Como os espíritos desencarnados em TERREMOTOS e outros desastres chegam no Plano Espiritual?
Resumo
Em uma frase
Pessoas que desencarnaram em desastres climáticos chegam ao plano espiritual com diferentes níveis de consciência, alguns preparados e outros em negação ou confusão sobre o que aconteceu.
Como os espíritos desencarnados em desastres chegam ao plano espiritual
Existem basicamente dois cenários: aqueles que já estavam com a consciência desperta e preparada para a transição chegam tranquilamente, sabendo instantaneamente o que ocorreu e já começam a ajudar outras pessoas. Outros não percebem que desencarnaram, acham que estão presos, sequestrados ou vivendo uma guerra, especialmente se tinham medos ou traumas relacionados a essas situações. A compreensão da própria morte é muito mais lenta para alguns, podendo levar 20 ou 30 anos.
A preparação da alma faz toda a diferença
Uma senhora que desencarneu no terremoto na Venezuela relatou ter recebido um "saber instantâneo" no momento do desastre. Ela havia chamado as forças sutis do universo nas quais sempre acreditou e se viu imediatamente no plano espiritual, reconhecendo pessoas conhecidas. Sua consciência desperta permitiu que começasse a trabalhar acolhendo crianças e ajudando outras pessoas desorientadas logo após sua chegada.
O desafio da negação e confusão mental
Muitos espíritos chegam em perturbação mental, convencidos de que estão sequestrados, presos políticos ou internados em hospitais psiquiátricos. Um casal que desencarneu junto ilustra bem isso: a esposa reconheceu a realidade (viu seu corpo machucado, passou por um terremoto), mas o marido, que tinha medo de perseguições políticas, não reconhecia nem a própria esposa, insistindo que era um preso político. Os mentores trabalham pacientemente, despertando os chakras e ajudando essas pessoas a confrontar a realidade gradualmente.
O sofrimento não é físico, mas mental
A maioria do sofrimento que os desencarnados experimentam não tem relação com dor física, mas com a desorientação, a negação e a impossibilidade de aceitar o que aconteceu. Alguns vivem em loops, repetindo mentalmente o momento do desastre, como um efeito de repetição contínua na mente. Mentores ficam ao lado desses espíritos, enviando energia de cura, amor e fraternidade para diminuir o sofrimento.
Impacto nos vivos e a importância do trabalho espiritual
Quando espíritos desencarnados em desastres ficam desesperados e desorientados, essa perturbação afeta as pessoas vivas ligadas a eles por laços sanguíneos. Crianças e familiares podem desenvolver depressão ou outros problemas emocionais ao receber essa influência. Por isso, o trabalho de mentores e voluntários espirituais em ajudar esses desencarnados é fundamental, tanto para eles quanto para os vivos.
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EntrarPrincipais Pontos
Existem dois cenários principais de chegada ao plano espiritual após desastres: consciência desperta (transição tranquila) ou negação e confusão mental.
Uma senhora desencarnada no terremoto da Venezuela relatou ter tido um saber instantâneo sobre sua morte e começou a ajudar imediatamente outras pessoas e crianças.
Muitos espíritos acreditam estar sequestrados, presos políticos ou internados em hospitais psiquiátricos, especialmente se tinham medos ou traumas relacionados a essas situações em vida.
Um casal que desencarnou junto no terremoto ilustra a diferença: a esposa reconheceu gradualmente a realidade, mas o marido, com medo de perseguição política, não reconhecia nem a própria esposa.
A maior parte do sofrimento dos desencarnados não é física, mas mental: desorientação, negação e dificuldade de aceitar o que aconteceu.
Alguns espíritos ficam presos em loops mentais, revivendo repetidamente o momento do desastre, como um efeito de repetição contínua.
Mentores espirituais trabalham pacientemente despertando os chakras dos desencarnados confusos, ajudando-os a confrontar a realidade aos poucos.
A compreensão da própria morte pode demorar de 20 a 30 anos para alguns espíritos, dependendo do grau de negação.
A perturbação de espíritos desencarnados desesperados pode afetar familiares vivos ligados por laços sanguíneos, causando depressão, especialmente em crianças.
O comportamento de negação no plano espiritual é comparado à reação de familiares vivos que não conseguem aceitar a notícia de morte de um parente na cirurgia.
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Palavras-chaves
Transcrição
As pessoas que estão no plano
espiritual,
elas já sabem que elas desencarnaram por
apocalipse,
que é uma outra característica, que são
os acidentes climáticos. Se você for
estudar os períodos de história do nosso
planeta, você vai ver que ciclicamente
nós vivemos uma uma
movimento assim, né, de dois em 2000
anos, a gente tá vivendo situações
extremamente complicadas. Então, como é
como é que eles chegam? Eles chegam
exatamente assim. Tem muitos que não
percebem que desencarnaram,
acham que estão presos.
Não, muitas vezes não registra que
aconteceu um terremoto, não é? Acha que
foi uma guerra, somente estamos no
momento de guerra. A Venezuela tava aí
passando por uma série de perseguições
dos países poderosos, né? Então, muitas
pessoas acharam que foi uma guerra, que
um país poderoso invadiu, não é? E que
pegou ele como refém, como preso
político,
eh, enfim.
E a gente tem que ter aquela maior
paciência com essas pessoas, porque elas
não eh elas estão administrando essa
experiência. Tem pessoas que não e até
ajudam.
Tem gente lá que veio junto na mesma
barca, tanto nas mortes por calor, como
por terremoto,
como por tsunamis, pequenos tsunamis que
houveram, não é? Que já estavam com a
alma preparada.
Eu tenho uma senhora que ela tá ajudando
bem o pessoal. Essa senhora foi,
passagem dela foi na Venezuela. Quando
ela sentiu o terremoto, ela falou: "Essa
eu conversei não foi nem que eu fui
pegar um relato, eu tava lá trabalhando,
eu tava lá ajudando, eu tava ali
colaborando com o que estava
acontecendo,
não é? E essa senhora ajudando ele,
disse: "A senhora não chegou agora
também?" Ela: "Cheguei, mas eu já tava
preparada". Na hora que aconteceu o
terremoto, eu sabia, fero assim
instantâneo,
instantâneo, que eu iria desencarnar,
que era o meu momento de ir e que eu e o
motivo da minha ida era para eu
colaborar com as pessoas que não estavam
preparadas para esse momento, não é?
Então, essa senhora tava lá trabalhando,
acolhendo crianças
e eu e ali você fica assim, eh,
grato,
você fica com coração grato. Eu agradeci
muito a Deus por estar vivenciando
aquilo, por escutar essa senhora que
desencarnou junto com o mesmo susto, com
o mesmo terremoto, mas que já estava com
nível de consciência desperto
e chegou sem nenhum sofrimento.
E ela falava isso pras pessoas e falava
e eu tava ouvindo, tava perto. Ela
dizia: "Eu soube um saber instantâneo."
Aí alguém perguntava: "Você ouviu alguma
voz?" Ela não não foi ou foi, mas foi um
saber que eu me preparei,
chamei as forças sutis do universo que
eu acredito, sempre acreditei e me vi
aqui e vi pessoas chegando, pessoas
inclusive conhecidas minhas, que eu já
socorri, porque eu tive esse encontro
com ela tem uns três dias, não é, que eu
tava lá trabalhando, eu tive esse
encontro com ela. Ela chegou desde o dia
24 de junho, segundo calendário
terrestre,
entendeu? E e logo na sequência ela já
estava trabalhando. E aí tinha um rapaz
que era uma coisa doida assim, ele fazia
e eu não tenho nada, eu não gosto de
política, eu não me meto em política, me
soltem, eu não posso ser prisioneiro de
guerra, eu trabalho para sustentar minha
família. E aí localizaram, olha que
coisa forte,
né? localizá a família dele, ele olhava
paraa esposa e a esposa
ainda não estava muito
eh, como é que eu vou dizer? Lidando bem
com as com a situação, como foi o caso
dessa senhora. Ela ainda tava se
sentindo muito perdida assim, mas ela
sabia que não tinha sido guerra, né? E
ela já tava questionando, fal assim, mas
não, mas onde onde é que eu tô, né? Ela
ela tava já ela já tava dando sinais que
não demoraria muito de
confrontar com a realidade.
Quando ela vê o marido, ela reconhece
ele, mas ele não reconhece ela,
não é? Isso pode acontecer, Lu? Pode.
Por isso que quando as pessoas me
perguntam assim,
alucando uma pessoa desencarna com
câncer,
quando chegar lá vai ficar como? É muito
difícil dar uma resposta genérica,
generalizada, porque cada um é um. Tô
falando para vocês aqui de um casal,
desencarnaram juntos, não é? e que ele
não reconhecia ela. Ela dizia: "Mas
fulano, sou eu, sou, você não tá me
reconhecendo, você não tá ele olhar,
fazer assim, não, eu sou um preso
político, minha esposa tá em casa me
esperando." Mas é dificuldade maior
ainda de confrontar. E ali na conversa
com ele, ela fazia assim:
"Mas que lugar é esse?
Esse lugar aqui não é mais na
terra. É
que eu sei pelo que eu passei. Eu passei
por um por um tsunami, eu vi meu corpo
machucado. Tsunami não, terremoto. Eu vi
meu corpo machucado. E aí o mentor falou
com ela: "Sim, mas mantenha calma agora
para você poder ajudar seu marido."
Eles fazem muito isso, porque numa da
pessoa ajudar outro, já vai buscar uma
força ali para ajudar o outro e essa
força serve para si também, para a
própria pessoa também. E ela falava com
ele, chamava pelo nome dele, ele dizia:
"Como você sabe meu nome? Eu sou um
preso político." E ela pegou quando
falou, né? Eu tava ali perto e ouvi.
Tudo que eu tô contando foi por estar
ali trabalhando e ouvindo o que um
dizia, o que outro dizia, né? E ela
falava isso, que ele tinha muito medo,
porque quando ele era mais jovem, ele
tinha participado de algumas coisas, de
encontros políticos
no no na Venezuela, lá no país dele, e
que depois ele começou a ficar com medo
quando começou a ter os atritos na
Venezuela, essas coisas que a gente vem
assistindo aí já desde a outra eleição,
desde 4 anos atrás, né? E ele abandonou,
ele não quis. Então, na hora que
aconteceu o trauma, o que é que ele
entendeu que aconteceu, né? veio naquilo
que ele tem medo. Isso é uma coisa mais
comum de acontecer,
entendeu? Pessoas que estão
que fazem uma síndrome de pânico, por
exemplo, o que acontece com o esposo
dessa essa moça é mais comum.
Digamos que a pessoa faz uma síndrome de
pânico e tá com medo de ser sequestrada,
ou porque acompanhou um sequestro,
porque um vizinho foi sequestrado e de
repente ela desencarna no acidente,
nãoé? Então, se essa coisa do medo do
sequestro tá muito presente, essa pessoa
vai achar que ela está ali sequestrada.
Eu mesmo já conversei, já já fui lá
trabalhar e ajudar pessoas que que
desencarnaram no acidente e e ficavam
nervosas porque elas achavam que estavam
sequestradas. E por mais que a gente
mostrasse assim, mas olha, você tá
solta, eu posso correr? Pode. Corria,
ia. Tá vendo? Não tem não, mas eu não
acho a saída disso aqui, né? E a pessoa
achar mesmo até que os mentores vão vai
devagarzinho, vai trabalhando nos
chakras, vai despertando.
A maioria do sofrimento que as pessoas
têm quando desencarnam não tem a ver com
dor física, não tem a ver com tem a ver
com não saber onde tá, não desconfiar,
não levar. Tem gente que leva 20, 30
anos para começar a admitir. É verdade o
que eu tô dizendo,
principalmente pessoas que são levadas
dentro desse contexto que nós estamos
falando aqui, não é? Acidentes
climáticos.
Um camarada que ele tá fazendo lá
aquelas ondas de Nazaré, pegando surf
daquilo ali, a gente tem necessidade
dessa adrenalina, né?
e tá ali, eles ele sabe que ele tá para
uma coisa só para outra. Agora, outra
coisa, você tá dentro de casa assim, um
terremoto em segundos,
ele já faz ali uma grande destruição, a
depender do do do quanto da força desse
terremoto, né? Um terremoto 7 pontos,
não sei quanto, como foi na na
Venezuela. Aquilo é questão de segundos
mesmo. Não dá muitas vezes para você o
que é isso? Que que já foi, que é isso?
O prédio já caiu, já foi,
entendeu? Então [limpando a garganta] se
a pessoa tem um nível de consciência
aceso, como é o caso dessa senhora que
tava ali ajudando, que eu falei, né?
Falei há momentos atrás,
é muito mais tranquilo.
É muito mais tranquilo que as pessoas
entem tá lá em cima não entra numa
tranquilidade, entra numa perturbação
mental ou que tá sequestrada ou que tá
sendo roubada ou que cadê, porque é que
eu tô aqui? Minha família me internou no
hospital psiquiátrico. Enquanto elas
estão nessa
nesse movimento, né, prejudica muitas
pessoas que estão encarnadas. Eu já
trabalhei muito com isso,
sabe, de desencarnar uma pessoa e um
neto, uma criança de 7 anos, de repente
fazer uma depressão
e eu i ver o que que tava por trás, né,
desse contexto. Tinha muitas vezes ali
um avô, um tio, alguém que estava muito
desesperado no plano espiritual e a
criança ali acabar receber essa
influência,
né, de nós aqui,
as pessoas que foram da nossa família,
ligação com sanguínea ainda de cordão
blicar, olha só, né?
foram lá para cima, se elas não estão
tranquilas de alguma forma, isso tira o
nosso sossego aqui. E aí ela sofre
porque é informada ela que o que ela tá
acontecendo tá deixando a família não
bem. Aí vai pro lugar da vítima. É, é, é
um tormento assistir e esse tormento que
eu vejo me dá força de no domingo à
noite tá aqui sentado olhando para vocês
e falando sobre isso. Tem um senhor que
ele vive, ele tá num looping,
né? Ele tá num looping, ele fica
repetindo assim. Isso, isso é terremoto.
E aí ele se balança, se balança, para,
daqui a pouco ele volta pro looping,
como sabe como se acontecendo um efeito
de repetição na cabeça dele. Imagina o
tormento que esse senhor não tá
passando. Ficam ali dois mentores de
junto dele assim, família, ó, vibrando,
não é? vibrando, mandando energia,
mandando energia de cura, mandando
energia de amor, de fraternidade,
para que esse senhor saia desse, para
tentar diminuir o sofrimento.
As pessoas, não é, não sei se você já
passou por uma experiência aqui de você
tá dizendo uma coisa pra pessoa, ela não
acreditar ou não ouviu o que você tá
falando. Não sei se já passou por isso.
Eu, por exemplo, já passei, sabe assim?
Olha, tá acontecendo isso. A pessoa,
hein, hein? Não, não, não, não tá. Eu já
conversei muito com médicos, já fiz três
cirurgia cardíaca e eu converso, gosto
muito de conversar com os médicos e
muitos me relataram, né, uma coisa
forte, né, para eles é isso, eles vão
dar notícia. Olha, operei sua pessoa e
tal, mas no meio da cirurgia, enfim,
fizemos tudo que pudemos e a pessoa não
resistiu. E aí a a a o familiar fala
assim: "E que horas eu posso ver?" Ele
já pode receber visita? Aí o médico
repete a história toda de novo. É como
eu estou lhe dizendo, essa pessoa, ela
não resistiu o seu parente, não, seu
esposo não resistiu, seu filho ou sua
mãe. Não tá, mas eu posso ir vê-la
agora. Ela pode receber visita, posso
conversar com ela. Que horas eu posso
conversar com ela? Até que o médico tem
que chegar e dizer assim: "Olha, por
favor, ouça o que eu tô falando. O seu
parente morreu".
Você
já viveu uma cena assim de pessoas que
ouve uma notícia e e não consegue
confrontar com a realidade, é a mesma
coisa que acontece no plano espiritual.
É a mesma coisa que acontece no plano
espiritual,
né, de pessoas não conseguirem sequer
ouvir.
E às vezes a fuga é tão grande, tão
intensa, que chega ao caso desse rapaz
que eu falei para você, que ele não
reconheceu a esposa dele. Os dois
desencarnaram juntos no mesmo lugar, na
mesma hora, no mesmo minuto.
E ele tava sentindo um preso político,
precisava ser solto, que a família dele
estava esperando ele em casa.
Não foi uma coisa fácil de entender
porque isto acontecia comigo.
>> Precisa saber dessas coisas. Olha, o que
eu tenho para dizer para vocês é o
seguinte: paranormal não é
entretenimento.
>> [música]
