Visão Libertária

LULA está lendo o MESMO LIVRO há SEIS ANOS! Será que ele SABE ler?

Visão Libertária364 visualizações130427/09/202610:06People & Blogs

Resumo


Em uma frase

Lula usa o mesmo livro como propaganda há seis anos, reciclando símbolos vazios enquanto a dívida pública explode.

O vídeo não responde diretamente se Lula "sabe ler", mas sugere que o livro funciona como peça de marketing político, não como hábito genuíno de leitura. Em agosto, a campanha gravou uma estante inteira com livros na sede do comitê em Brasília para usar no horário eleitoral, transformando a obra "Um Defeito de Cor" em simples adereço, assim como o boné e o macacão de metalúrgico.

O Padrão de Reciclagem Política

Entre 11 candidatos presidenciáveis questionados sobre o que estavam lendo em setembro de 2024, apenas Lula respondeu com uma obra que já havia utilizado como "vitrina" em 2020, 2022 e agora na campanha. Não é hábito de leitura, é roteiro. O problema não é reler um livro favorito (o que muita gente faz), mas usar o mesmo símbolo repetidamente por seis anos como ferramenta de imagem, sem coisa concreta por trás.

Promessas Recicladas: a Taxa das Blusinhas

O governo criou um problema, cobrou de brasileiros pobres por quase dois anos através da taxa de importação sobre compras internacionais de até 50 dólares, e depois, em maio de 2026 (ano eleitoral), sancionou uma medida provisória eliminando a cobrança. A campanha petista apresentou o fim da taxa como conquista, ignorando que o governo havia criado o problema e lucrado com ele por dois anos. É como um assaltante que devolve a carteira sem o dinheiro e espera um obrigado.

A Isenção do Imposto de Renda: a Troca de Bolso

A isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil por mês, sancionada em novembro de 2025, parece uma vitória. Porém, boa parte dessa "bondade" é apenas devolução do que a inflação tomou: a tabela do IR ficou congelada por anos, empurrando trabalhadores para faixas mais altas sem votação (confisco silencioso).

Além disso, o governo não cortou gastos para bancar a isenção (estimada em R$ 28 bilhões por ano). Em vez disso, criou um imposto de 10% sobre dividendos acima de R$ 50 mil por mês e sobre dividendos enviados ao exterior, esperando arrecadar R$ 30 bilhões. Não é redução de carga, é troca de bolso: alivia-se o trabalhador e taxa-se quem investe, produz e gera emprego.

Nos dois primeiros meses de 2026, essa tributação arrecadou apenas R$ 157 milhões, uma fração do esperado. Muitas empresas anteciparam a distribuição de dividendos para 2025 antes da taxa entrar em vigor. Se a compensação não vier, o rombo vai para a dívida pública.

A Redução da Jornada 6x1

A PEC que reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais já passou na Câmara. Ninguém é contra o trabalhador descansar mais, mas quem paga? Uma canetada em Brasília não aumenta produtividade. Se a jornada cai 10% por lei e o salário não pode cair, o custo de cada hora trabalhada sobe.

Grandes empresas absorvem, automatizam ou repassam o preço. Padarias, salões de beleza e pequeno comércio (que funcionam nos fins de semana) não conseguem: demitem, deixam de contratar ou empurram funcionários para a informalidade, onde quase 40% dos trabalhadores brasileiros já estão, sem carteira e sem direitos. O trabalhador que quer trabalhar mais para ganhar mais passa a ser proibido pelo Estado.

O Verdadeiro Problema: a Dívida Pública

O padrão é claro: o Estado não produz nada, apenas redistribui o que tirou de alguém. Qualquer "benefício" anunciado em eleição é pago via impostos hoje, inflação amanhã ou dívida para os filhos.

A dívida bruta do governo chegou a R$ 10,9 trilhões em julho de 2026, ou 82,5% do PIB. Quando Lula assumiu em janeiro de 2023, era 71,7%. São quase 11 pontos a mais em 3 anos e meio, o nível mais alto desde o pico da pandemia, perigosamente perto do recorde de 87,6%. Sem pandemia, peste, guerra ou catástrofe, apenas um governo que gasta demais.

Toda vez que o governo gasta mais do que arrecada, alguém paga: primeiro via juros altos (o governo disputa crédito com você e com pequenos empresários), depois via inflação, o imposto mais covarde porque ninguém vota nele e todo mundo paga.

O Que Se Vê e o Que Não Se Vê

A escola austríaca já explicou há mais de um século como a intervenção estatal gera distorções que pedem mais intervenção. Se vê a blusinha mais barata após o fim da taxa, mas não se vê os dois anos que você pagou a mais. Não se vê a dívida crescendo em silêncio, nem os empregos que deixaram de existir porque o capital foi sugado pelo governo. Se vê a jornada menor anunciada no palanque, mas não se vê a vaga que o pequeno empresário desistiu de abrir.

Nada disso cabe num vídeo de campanha. O que cabe é uma estante bonita, um livro premiado e um candidato com cara de vovô sábio. O marketing trata o eleitor como plateia, não como adulto.

Conclusão Simbólica

Talvez a escolha do livro "Um Defeito de Cor" seja mais sincera do que parece: a protagonista passa a vida tentando recuperar o que lhe foi tirado à força. O brasileiro conhece bem esse enredo, com a diferença de que aqui quem tira não são traficantes do século XIX, mas o Estado do século XX, com carimbo, CPF e propaganda eleitoral.

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Transcrição


Tem livro que a gente lê em uma semana,

outros já levam um mês. E tem o livro do

Lula. Em 2020, ele contou pelo Twitter

que tinha lido um defeito de cor da Ana

Maria Gonçalves na prisão em 2022. De

novo. Agora perto da eleição,

perguntaram o que ele está lendo. E a

resposta foi um defeito de cor. São

quase 1000 páginas, mas 6 anos já é

demais. Ele sabe ler? Calma. Vamos dar o

benefício da dúvida ao presidente e

supor que sim. O problema é que se ele

sabe ler, ou ele lê e não entende, ou

ele só usa o livro como uma peça de

propaganda para ter o que responder

quando for perguntado. Esta é o Visão

Libertária, sua fonte de informações

descentralizadas e distribuídas. Ajude a

propagar as ideias de liberdade. Deixe o

seu like e compartilhe com seus amigos.

Um artigo seu pode virar vídeo aqui

também, sabia? Este artigo foi escrito

por JJ Liber, revisado e narrado por

Gordinho Caipira. No dia 19 de setembro,

o Metrópoles perguntou aos

presidenciáveis que livro cada um estava

lendo. 11 responderam: Tinha Talebe,

Keruak, Will Duran, Bacak e tinha o Lula

com um defeito de cor, o mesmo livro que

em maio de 2020 ele disse pelas redes

sociais ter lido na cadeia. Abre aspas,

tem quase 1000 páginas, mas vale muito a

pena. Fecha aspas. Antes de tudo, uma

coisa precisa ficar clara. O problema

não é o livro, o problema é o leitor, ou

melhor, o personagem que ele interpreta,

porque seu livro nunca foi sobre

leitura, sempre foi sobre imagem. Em

agosto, a própria imprensa noticiou que

a campanha de Lula gravou na sede do

comitê em Brasília uma estante com os

livros que ele leu durante os 580 dias

de prisão para usar no horário

eleitoral. Leu bem, a estante virou

cenário de campanha. O livro virou

adereço igual ao boné, ao macacão de

metalúrgico e a picanha de 2022. A

picanha, aliás, que nunca viu chegar.

Repare que a questão não é reler um

livro. Muita gente relê seus favoritos e

isso é ótimo. A questão é que entre 11

candidatos só um respondeu com uma obra

que já tinha usado como vitrina em 2020,

em 2022 e agora na instante da campanha.

Não é hábito de leitura, é roteiro. E se

roteiro funciona, para que mudar? Esse é

mais um símbolo que agrada uma parte do

eleitorado, muito repetido e com pouca

coisa concreta por trás. Não precisa ser

coerente, basta que saia bem na foto. E

se Lula consegue reciclar o mesmo livro

por 6 anos, imagine o que ele faz com as

promessas. Pense, por exemplo, na famosa

taxa das blusinhas. Em 2024, o governo

Lula sancionou a cobrança de impostos de

importação sobre compras internacionais

de até $50, justamente as compras de

quem não tem dinheiro para comprar roupa

no shopping. Durante quase dois anos, o

brasileiro pobre pagou o mais caro por

uma camiseta da Shen para proteger o

lucro de meia dúzia de varegistas

nacionais bem relacionados em Brasília.

A velha lógica perversa do governo:

tirar de todos para dar a poucos. E aí,

em maio de 2026, ano eleitoral, o

governo mandou uma medida provisória

acabando com a taxa. A sanção saiu no

dia 10 de setembro, a menos de um mês da

eleição. E adivinha o que apareceu na

propaganda eleitoral do PT? Isso mesmo,

o fim da taxa das blusinhas, apresentado

como conquista. O governo cria o

problema, cobra de você por dois anos e

depois quer aplauso por ter parado de

cobrar algo que ele mesmo criou. É como

o assaltante que devolve a carteira sem

o dinheiro e ainda espera um obrigado. A

mesma cartilha aparece no outro carro

chefe da propaganda petista, a isenção

do imposto de renda para quem ganha até

R$ 5.000 por mês. Sancionada em novembro

de 2025 e em vigor desde esse ano. A

primeira vista é difícil ser contra.

Qualquer libertário aplaude quando o

governo tira a mão do bolso de alguém. O

problema é o que vem junto e o que

ninguém conta na propaganda. Primeiro,

boa parte dessa bondade é só a devolução

do que a inflação tomou. A tabela do IR

passou anos praticamente congelada e

cada reajuste de salário que apenas

repunha a inflação empurrava o

trabalhador para uma faixa de imposto

mais alta.

É o chamado confisco silencioso. O

governo aumenta impostos sem votar lei

nenhuma, só deixando de corrigir a

tabela. Depois de anos cobrando a mais,

ele devolve uma parte e chama isso de

presente. Segundo, o governo não cortou

um centavo de gasto para bancar a

isenção, estimada em cerca de R$ 28

bilhões deais por ano. Em vez disso,

criou um imposto de 10% sobre dividendos

acima de R$ 50.000 R$ 1.000 por mês e

sobre dividendos enviados ao exterior,

com a expectativa de arrecadar uns R$ 30

bilhões deais por ano. Ou seja, não é

redução de carga, é troca de bolso.

Alivia-se o trabalhador de um lado e

taxa-se do outro quem investe, produz e

gera emprego, como se o capital de uma

empresa não fosse justamente o que paga

os salários. E as pessoas reagem a

incentivos. Como sempre, nos dois

primeiros meses de 2026, essa nova

tributação arrecadou cerca de R 157

milhões deais, uma fração mínima do

esperado. A receita diz que é cedo para

concluir alguma coisa e é verdade que

dividendos não são distribuídos de forma

uniforme ao longo do ano, mas muitas

empresas simplesmente anteciparam a

distribuição para 2025 antes da taxa

entrar em vigor. Se a compensação não

vier, o rombo vai direto pra conta que

você já conhece, a dívida pública. E tem

mais uma promessa na vitrine, o fim da

escala 6x1. A PEC reduz a jornada máxima

de 44 para 40 horas semanais. Ela já

passou na Câmara e o governo queria a

aprovação no Senado antes do primeiro

turno para exibir na campanha. A votação

foi adiada no dia 2 de setembro e o

governo perdeu o trunfo. Mas a ideia

continua no discurso, então vale

entender o que ela significa. Ninguém é

contra o trabalhador descansar mais. A

questão é quem paga. Uma canetada em

Brasília não aumenta a produtividade de

ninguém. Se a jornada cai 10% por lei e

o salário não pode cair, o custo de cada

hora trabalhada sobe. A grande empresa

absorve, automatiza ou repassa o preço.

A padaria da esquina, o salão de beleza

e o pequeno comércio, que funcionam

justamente nos fins de semana, não

conseguem. Eles demitem, deixam de

contratar ou empurram um funcionário

paraa informalidade, onde quase quatro

em cada 10 trabalhadores brasileiros já

estão, sem carteira, sem limite de

jornada e sem direito nenhum.

E o trabalhador que quer trabalhar mais

para ganhar mais, esse passa a ser

proibido pelo Estado de fazer um acordo

livre com o patrão. Esse é o padrão. O

estado não produz nada. Ele só pode dar

a você o que antes tirou de você. E ele

sempre fica com uma parte no caminho.

Qualquer, entre aspas, benefício

anunciado em época de eleição é pago de

algum jeito, com impostos hoje, com

inflação amanhã ou com dívida para os

seus filhos. E por falar em dívida, esse

talvez seja o livro que Lula deveria

estar lendo. Segundo o Banco Central, a

dívida bruta do governo chegou a 10,9

trilhões deais em julho de 2026, ou

82,5%

do PIB. Quando Lula assumiu, em janeiro

de 2023 eram 71,7%.

São quase 11 pontos a mais em 3 anos e

meio, o nível mais alto desde o pico da

pandemia, perigosamente perto do recorde

histórico de 87,6%.

Só que hoje não há pandemia nenhuma. Não

houve peste, não houve guerra, não houve

catástrofe. Houve só um governo que

gasta demais. Toda vez que o governo

gasta mais do que arrecada, alguém paga

a conta. Primeiro via juros altos. O

governo pega emprestado e disputa

crédito com você, com o pequeno

empresário, com quem quer financiar uma

casa. Depois, via inflação, o imposto

mais covarde que existe, porque ninguém

vota nele e todo mundo paga. É o seu

salário comprando menos no mercado,

enquanto o presidente possa com sua

estante de livros. Os economistas da

escola austreca já explicaram isso há

mais de um século. Mises mostrou que a

intervenção estatal gera distorções que

pedem mais intervenção num ciclo sem

fim. Aik alertou que o planejamento

central caminha para concentração de

poder. Bastiá falou do que se vê e do

que não se vê. Se vê a blusinha mais

barata depois do fim da taxa. E não se

vê os dois anos que você pagou a mais.

Nem a dívida que cresce em silêncio, nem

os empregos que deixaram de existir,

porque o capital foi sugado pelo

governo. Se vê a jornada menor anunciada

no palanque e não se vê a vaga que o

pequeno empresário desistiu de abrir.

Mas nada disso cabe num vídeo de

campanha. O que cabe é uma estante

bonita, um livro premiado e um candidato

com cara de vovô sábio. O marketing

trata o eleitor como plateia e não como

adulto. E o eleitor tende a esquecer

rápido, o que é muito conveniente para

quem vive de repetir a mesma história.

No fim das contas, talvez a escolha do

livro seja mais sincera do que parece.

Em um defeito de cor, a protagonista

passa a vida tentando recuperar o que

lhe foi tirado à força. O brasileiro

conhece bem esse enredo. A diferença é

que aqui quem tira não são traficantes

do século XIX, mas o estado do século

XX, com carimbo, CPF e propaganda

eleitoral. Então, presidente, termina

esse livro que já passou da hora. Depois

leia as seis lições do MES. Tem menos de

150 páginas. Com o seu ritmo, dá para

terminar até 2030. E se a leitura

estiver mesmo difícil por incapacidade,

peça para alguém ler em voz alta o valor

da dívida pública. Esse pelo menos, é

curto, 10,9 trilhões deais. Obrigado

pela audiência. Este é um canal

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